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CEO Coaenf tem estudo publicado na revista da UFRJ sobre os tipos de máscara no cenário Covid-19

Fonte | RECTIS - UFRJ


O impacto Covid-19, deu-se em meados de 2019 com nota técnica e demais diretriz da Organização Mundial de Saúde (OMS) em janeiro de 2020, instaurado em coletiva em Genebra, na Suíça, o cenário como uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII). O que acarretou taxas de mortalidade expressiva, podendo ser consultado em base de dados diversos e demais teor orientativo em sítio na seção Coronavirus disease (COVID-19) pandemic.

As medidas principais de prevenção, são em uma linha observacional, popularmente bem aceita foi-se máscara de uso pessoal, desde descartável e de tecido. O que nos faz refletir ao ponto, de sua real eficácia e eficiência, ao portador em ambiente de lazer, social e de trabalho.


O desenvolvimento deste estudo ocorreu-se em razão do interesse do autor pela temática sobre Segurança do Trabalho. Em razão disto, decidiu-se pesquisar e utilizar a temática sobre Máscara de Tecido com posterior subtema e de complementação sobre Filtro de Celulose (Filtro de Café).


As técnicas de confecção, devem ser levadas em considerações. Pois, existem máscaras que ao serem confeccionadas, são demarcadas pela costura na área local da região do nariz e boca, apresentando orifícios, o que permite a transição de ar livremente e sem barreira.

Sabe-se que as micropartículas podem perpassar as camadas do tecido. Dessa forma, se faz necessário entender a matéria prima dos tipos de tecido, suas espessuras, qualidade e durabilidade. Já estudo de 2021, nos apresenta os principais tipos, são eles: tecido de algodão 100%, tecido de sarja leve, tecido de tricoline de coloração azul, tricoline de coloração branca, tricoline estampado e tnt, malha, e tecidos de panos multiuso.


A máscara de tecido confeccionada através da técnica de Risi, deu-se por dupla camada, com a aplicação de filtro de celulose (filtro de café). Contendo testagem em fases distintas, sendo sem o uso do filtro – podendo perceber a passagem e dispersão de ar e de micropartículas de aerossol – desodorante comum em um meio gasoso.


Após a instalação de barreira com filtro de celulose (filtro de café), deu-se a não dispersão de ar ao realizar-se o teste de assoprar a chama de fósforo e consequência a não passagem de aerossol ao ser dispersados pela área interna da máscara que fica em contato com a face.


Já um terceiro estudo de 2020, deu-se em reflexão de recomendar as máscaras de tecido para a realização de atividades diárias em saídas sociais, de lazer e trabalho (atividades essenciais), ou seja, apenas para se evitar a propagação das possíveis contaminações provenientes de portadores, casos suspeitos ou confirmados.


Bem sabe, que o vírus independente de sua originalidade pode ser transmutado, ou seja, sofrer mutação e com isso apresentar um potencial de virulência ao indivíduo. Acarretando gravidade da sintomatologia, e potencial de propagação e disseminação (contaminar) demais pessoas que possa ter em convívio ou em circulação social ou de trabalho.

Confira o estudo na íntegra em: http://seer.unirio.br/rectis/article/view/12205



Essa notícia tem a finalidade de difundir informação. Não tem por objetivo facilitar ou coordenar atividades que possam causar danos a outras pessoas. O link dos dados da matéria na íntegra podem ser consultados conforme sua produção e de seus autores, com acesso livre nos endereços informados na notícia.

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