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Os riscos aumentam, aponta estudo "PeNSE" do IBGE sobre relações sexuais

A nova edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar "PeNSE" já teve quatro edições: 2009, 2012, 2015 e 2019. O levantamento teve algumas variações de metodologia e amostra ao longo dos anos, mas, desta vez, o IBGE implementou estratégias que permitiram a comparação e combinação dos dados das quatro edições da pesquisa, segundo o IBGE em escolas públicas e privadas das capitais do Brasil.


Ocorreu declínio no uso de 72,5% em 2009 para 59% em 2019. Tamb[em apontou que alunos do 9º ano do ensino fundamental (antiga 8ª série), nessa etapa, 28,5% dos adolescentes nas capitais já iniciaram relações sexuais; percentual cresceu entre as meninas.


Entre as capitais, o índice mais alto de exposição devido ao inicio precoce e imaturo, foi visto em Manaus (45%), e o mais baixo, em Curitiba (16%).

Comparou que a utilização de camisinha e outros preservativos diminuiu na faixa etária entre 13 e 15 anos. Segundo os dados divulgados, apenas 59% dos jovens entrevistados na edição de 2019 do levantamento "PeNSE" disseram ter usado camisinha na última relação sexual. Em 2009, esse percentual chegava a 72,5% .



O percentual de adolescentes que disseram já ter tido relações sexuais passou de 27,9% em 2009 para 28,5% em 2019. Esse índice caiu para os meninos (de 40,2% para 34,6%) e cresceu para as meninas (de 16,9% para 22,6%).



O estudo completo pode ser obtido através do site oficial do IBGE, ou clique aqui.

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